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Paulino Ayres
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Porto Velho (RO)
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Paulino Ayres
OAB 11.922/RO
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Comentários
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Paulino Ayres
Comentário ·
há 3 anos
A flexibilização da impenhorabilidade de salários
Lays Rodrigues
·
há 3 anos
Na verdade, o STJ usurpou a competência legislativa, criando norma. Os tribunais superiores, que deveriam dar o exemplo no cumprimento das normas, não o fazem.
Quando o legislador quis excepcionar a impenhorabilidade dos salários, o fez expressa e taxativamente no
§ 2º
do art.
833
do
CPC
, e só nesses dois casos pode-se penhorar os salários.
Vejam, o legislador se reúne, discute a matéria, esta passa por diversas comissões, toma-se muito tempo para aprovação (até vários anos), depois é votada, depois sancionada, e quando da aplicação o judiciário diz que o que está ali não é o que está ali, e sim, é de outra forma. E aí, se discute no STJ, no STF, perde-se muito tempo para analisar uma coisa que está clara! É só aplicar como está na lei!
Se o judiciário acha que a lei precisa de aperfeiçoamento, pode sugerir mudanças ao legislativo. A forma como o STJ está decidindo, aí sim, está causando mais insegurança jurídica, pois não estabeleceu balizas objetivas para se considerar, por exemplo, qual o mínimo necessário para uma pessoa viver! Discordo totalmente do STJ.
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Paulino Ayres
Comentário ·
há 5 anos
Demorou, mas chegou: Novas Regras da OAB sobre Marketing Jurídico
Nanci Regina de Souza Lima
·
há 5 anos
Parabéns para a OAB. Estava necessitando de atualização para acompanhar os novos tempos.
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Paulino Ayres
Comentário ·
há 7 anos
Os argumentos da juíza e do TRF-4 para negar ida de Lula ao velório do irmão
Jota Info
·
há 8 anos
O que está previsto na lei é um direito de qualquer preso. O problema é que para o Lula a lei não vale, a lei é diferente, sempre seus direitos são retirados ou não concedidos. Se teria que ter uma logística planejada com antecedência, então os responsáveis queriam que o irmão do Lula avisasse com antecedência o dia em que ia morrer? Para mim, esse episódio mostra a perseguição ao Lula, mesmo preso, e a "incompetência" de magistrados que aplicam a lei e a jurisprudência de acordo com o réu. É gente despreparada para estar no judiciário, poder esse que, aliás, está submisso ao executivo, e que por isso mesmo vai ser engolido por esse executivo. Para mim, logo logo o judiciário vai ser dispensável, por que não está dizendo para que existe.
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M
Matheus Vinterpolcheira
Artigo ·
há 11 anos
As gorjetas, cobradas pelo empregador, ou oferecidas espontaneamente pelos clientes, integram a remuneração do empregado?
A resposta é sim. Para adentrarmos no tema abordado, é fundamental expor a súmula 354 do Tribunal Superior do Trabalho, que diz: "As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de serviço ou...
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Consultor Jurídico
Notícia ·
há 12 anos
Fluminense deve pagar reflexos de direito de arena ao Arouca
O direito de arena possui natureza remuneratória, uma vez que é vinculado ao contrato de trabalho e à prestação de serviços dos jogadores profissionais aos clubes, ainda que pago por terceiros. Por...
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